Faustão Fez Redução de Estômago

Ontem 02/08 Faustão comentou durante seu programa, sobre as recentes cirurgias às quais foi submetido. Segundo ele seus médicos teriam lhe aconselhado a fazer vários procedimentos para melhorar sua qualidade de vida, dentre eles Faustão corrigiu uma hérnia de umbigo e fez uma Colecistectomia (cirurgia para retirada da vesícula e cálculos) e também passou por uma cirurgia bariátrica, que é bastante eficiente na cura ou diminuição do diabetes, pressão alta e ainda reduzir o peso.

A cirurgia que Faustão se submeteu é uma nova técnica cirúrgica que, na maioria dos casos, tem se mostrado eficiente na cura da diabetes tipo II.  No Brasil, essa técnica foi desenvolvida pelo Dr. Áureo Ludovico de Paula, do Hospital de Especialidades, de Goiânia (GO), médico responsável pela cirurgia feita no apresentador.

Dr. Ludovico criou uma técnica de interposição do íleo. Trata-se de um procedimento feito por laparoscopia, que consiste em aproximar uma parte do íleo do estômago, de modo a intensificar a produção de GLP-1, substância que estimula a produção de insulina pelo organismo.

A cirurgia prevê ainda a redução de 20% do estômago, o que reduz drasticamente a produção de grelina (o hormônio atua no cérebro, dando a sensação de fome). Com isso, uma das consequências do procedimento é a  perda de peso e, naturalmente, a redução da resistência à insulina.

(Fontes: O Fuxico, EGO, Terra)

Veja o vídeo onde Faustão comenta sobre a cirurgia

UPDATE: 06/08/09

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Por hoje é só.

UPDATE – 09/11/2009: Técnica cirúrgica utilizada no apresentador Faustão é considerada ilegal pelo Conselho Nacional de Saúde

Nova York Faz Campanha Publicitária “Chocante” Contra Obesidade

Uma campanha com cartazes que retratam uma garrafa de refrigerante despejando banha em um copo é a mais nova arma das autoridades de saúde de Nova York no combate à obesidade.

A estratégia da campanha é promover uma redução no consumo de refrigerantes usando a tática de chocar as pessoas com a força da imagem, que, no caso, vem acompanhada dos dizeres”Are You Pouring on the Pounds?” (“Você está derramando os quilos a mais?”, em tradução livre).

Autoridades de saúde de Nova York afirmam que a ideia foi mesmo a de usar uma imagem forte e “feia” para chocar o público consumidor de refrigerantes.

“Nós realmente queríamos fazer uma declaração e chamar a atenção das pessoas”, afirmou Cathy Nonas, diretora dos Programas de Atividade Física e Nutrição no Departamento de Saúde da cidade.

Mas especialistas em propaganda e publicidade questionam a eficácia da campanha.

“Estas imagens parecem tão repugnantes que afastam, você olha para outro lado sem assimilar a mensagem”, afirmou George Parker, especialista em propaganda.

Obesidade

Pesquisas recentes mostram que os americanos bebem quase 58 bilhões de litros da bebida por ano. E as bebidas podem contar até 17 colheres de chá de açúcar em cada garrafa de 550 ml.

Em média, os americanos consomem atualmente entre 200 e 300 calorias a mais do que consumiam há 30 anos. Parte da culpa é do fenômeno do aumento do tamanho das porções mas, também devido ao consumo de refrigerantes.

O cartaz no metrô de Nova York é a última de uma série de campanhas do Departamento de Saúde da Cidade que incluem imagens chocantes. Campanhas contra o fumo incluem fotos de uma mulher que teve vários dedos amputados devido a uma doença causada pelo cigarro e um exame raio-X de pulmões afetados pelo câncer.

Neste sentido Nova York vem liderando as campanhas e iniciativas para aumentar impostos para refrigerantes e fast-food e abater impostos para lojas que vendem frutas e vegetais em bairros pobres. A cidade está sendo observada por autoridades de saúde de todo o país.

O prefeito Michael Bloomberg já obrigou cafés, restaurantes e lanchonetes a especificarem a quantidade de calorias nos cardápios, enviou vendedores de frutas para bairros pobres e deu incentivos a pequenas lojas para venderem frutas e vegetais.

Defensores das campanhas de saúde pública afirmam que os Estados Unidos estão vivendo hoje uma epidemia de obesidade que custa ao país US$ 147 bilhões por ano em gastos com saúde. De acordo com as últimas estatísticas do governo americano, 32.2% dos americanos adultos e 17.1% das crianças já são clinicamente obesos.

Fonte: BBC Brasil

Nova Técnica de Cirurgia Bariátrica Promete Menos Sacrifícios…

Meu noivorado Tales me avisou sobre essa matéria da Suzana Villaverde que está no site da Veja sobre uma nova técnica de cirurgia bariátrica que consiste em manter o trânsito do estômago com o intestino, e eu resolvi colocar aqui pra servir como orientação, mesmo que essa técnica seja ainda experimental…

emagrecimento

Para as pessoas realmente obesas, as opções são duras: enfrentar a variedade de doenças quase sempre associadas a quem está várias dezenas de quilos acima do peso desejado ou cortar, literalmente, o estômago. Chamada de cirurgia bariátrica por derivação gástrica, a operação reduz o estômago a um pedaço mínimo diretamente ligado à porção média do intestino e pode ter uma série de complicações. As mais comuns são fístulas, hemorragias e embolia pulmonar, num primeiro momento; infecções, aderências intestinais e anemia, posteriormente. Em razão da multiplicidade de riscos do método tradicional, vem sendo bem recebida como opção menos arriscada uma técnica nova, a gastrectomia vertical, que tira um pedaço menor do estômago e mantém todas as suas conexões originais, sem desvios nem atalhos. “Por ser nova e ainda pouco testada, essa cirurgia por enquanto é recomendada só para obesos anêmicos, que tenham deficiência de cálcio e vitaminas, e também para os muito jovens ou muito idosos, que precisam receber todos os nutrientes”, explica Thomas Szegö, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). À medida que for passando pelo teste da prática, a técnica poderá se tornar dominante.

Na versão hoje mais comum da derivação gástrica, chamada de cirurgia de Fobi-Capella, realizada em cerca de 75% dos casos, a redução chega a alcançar 95% do estômago. A pequena parte que continua funcional – situada justamente no ponto de menor elasticidade – é ligada à porção média do intestino. Por causa desse atalho, a absorção dos nutrientes diminui drasticamente. A parte isolada do estômago continua produzindo suco gástrico, que é eliminado pelas vias normais, e não precisa ser removida. Já a gastrectomia vertical não altera o caminho seguido pelos alimentos, mas elimina a porção ociosa do estômago. Essa parte, equivalente a cerca de 80% do estômago, é cortada e retirada – o que torna a cirurgia, evidentemente, irreversível. “O que sobra é grampeado. Como o corte é feito ao longo do estômago, ele vira um tubo gástrico que segue do esôfago ao duodeno, na sua sequência normal”, diz Szegö. A cirurgia pode ser feita por laparoscopia, às vezes com um corte de 2 centímetros na altura do umbigo, contra 6 da operação tradicional. O tempo de internação diminui para dois dias e a dieta é menos restritiva – e todo mundo já ouviu histórias sobre o sofrimento, e os abusos, de obesos operados que só podem comer porções de passarinho. Ainda não reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, mas regulamentada pela Sociedade desde julho, a nova técnica parece ser tão eficiente quanto a derivação gástrica. A cirurgia bariátrica de qualquer tipo é indicada para obesos mórbidos cujo índice de massa corpórea (IMC) esteja acima de 40 ou na faixa de 35 no caso de pessoas que sofrem de doenças associadas ao peso excessivo, como diabetes ou hipertensão.

Como acontece com frequência na medicina, a eficiência da gastrectomia vertical foi descoberta por acaso. Praticada há cerca de trinta anos como parte inicial de um procedimento mais complexo recomendado principalmente em casos extremos de obesidade, a técnica foi experimentada em 2002 pelo médico canadense Michel Gagner como primeira parte de uma cirurgia bariátrica em duas fases. Mas um grande número de pacientes perdeu cerca de 70% do excesso de peso apenas com a gastrectomia, sem necessidade de passar pela segunda etapa do procedimento. “Acreditava-se que, sem alterar a parte intestinal, a perda de peso não seria tão significativa. Hoje se sabe que sem o fundo do estômago, onde é produzida a grelina, comumente chamada de hormônio da fome, o paciente sente menos vontade de comer e fica mais saciado”, diz o cirurgião Ricardo Cohen, que faz operações bariátricas desde 1996 e participou de um estudo com obesos que tinham IMC acima de 50. Entre seus operados havia onze reis momos – hoje, todos bem mais esbeltos. Numa das poucas pesquisas comparativas realizadas até agora, Gustavo Peixoto, professor assistente do Departamento de Cirurgia da Universidade Federal do Espírito Santo, operou no ano passado 65 mulheres obesas, 32 por derivação gástrica e 33 por gastrectomia vertical. Os primeiros resultados, um ano depois, indicam que a perda de peso e o controle de doenças como diabetes e hipertensão foram iguais nos dois grupos. A gastrectomia confirmou vantagens em relação à absorção de nutrientes; a derivação gástrica se mostrou mais eficiente na diminuição do mau colesterol e dos triglicérides. “No momento, a gastrectomia é recomendada como plano B, para obesos com doenças do fígado, inflamação intestinal, pancreatite ou anemia – pacientes até então excluídos do tratamento cirúrgico e que finalmente encontraram uma alternativa”, diz Peixoto. “Mas tudo indica que a longo prazo ela vai assumir o primeiro lugar de cirurgia bariátrica.”

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Como sempre eu digo, eu não sei mais do que está escrito aqui, não adianta perguntar, se tiver mais dúvidas (sem ofensas) procura no Google!!!

Programa E24 Aborda Gastroplastia

Quem assistiu ontem o E24 levanta a mão!!! Bom eu assisti e nele passou uma cirurgia de redução de estômago… Muito louco, vale a pena dar uma olhada no vídeo…

Operação de redução de estômago E24

E24: Operação de redução de estômago

Infelizmente a Band não disponibiliza o link do vídeo, é necessário que entre na página do E24 e clique no vídeo que quer ver, esse vídeo é o Operação de redução de estômago do dia 25/08/09 o link do programa é:
http://www.band.com.br/e24/videos.asp

**Agora eu entendo o porque quando eu me virava (1 semana depois de tirar o dreno) na cama parecia que os órgãos tombavam pro outro lado do corpo, é muito louco porque você não sente dor somente as coisas indo de um lado pro outro… Alguém mais sentiu isso???

Por hoje é só…