Carteira de Identificação do Paciente Bariátrico

Você sabia que todos os pacientes que passaram por cirurgia bariátrica tem direito a uma Carteira de Identificação do Paciente Bariátrico?

Em novembro de 2011 foi lançada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) a tão esperada carteira de identificação  visa contribuir com o atendimento adequado e integral do paciente que fez a cirurgia metabólica, principalmente, em casos de emergência. Na carteira, deverá constar o nome do paciente, o nome do cirurgião, a data da cirurgia e o tipo da técnica cirúrgica adotada, há também espaço para observações importantes, como alergia a substâncias, tipo sanguíneo, doenças associadas, entre outras informações que podem ser assinaladas pelo médico.

Para receber a sua carteira gratuitamente basta solicitar ao seu cirurgião que faça o pedido na SBCBM!

Fonte: <SBCBM>

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Alimentos que ajudam a combater anemia

Quem fez ou está planejando fazer cirurgia bariátrica deve ter em mente que poderá desenvolver anemia ferropriva, causada pela ingestão insuficiente ou má absorção de ferro. No site Minha Vida do portal R7 encontrei uma matéria sobre alguns alimentos que devem ser ingeridos para prevenir esse e outros tipos de anemia.

1º. Lugar: Ferro
Esse é o nutriente mais importante quando o assunto é combater a anemia ferropriva. Isso porque a sua deficiência promove uma má formação da hemoglobina e dos glóbulos vermelhos. “Na anemia ferropriva, há redução da quantidade total de ferro corporal e, dessa forma, o fornecimento de ferro para o pleno funcionamento dos glóbulos vermelhos é insuficiente”, afirma a nutricionista Mayumi Shima.

Podemos dividir esse nutriente em dois tipos: o ferro heme – que é melhor absorvido pelo organismo -, e o não heme – absorvido em menor quantidade.

As fontes de ferro heme são carne vermelha, fígado, aves e peixes. Já os alimentos fonte de ferro não heme são verduras de folhas escuras e leguminosas.

2º. Lugar: Vitamina A é importante coadjuvante
“A deficiência dessa vitamina dificulta o transporte do ferro armazenado no fígado para o sangue, causando danos na formação dos glóbulos vermelho”, afirma a nutricionista Mayumi Shima.

As principais fontes de vitamina A são alimentos alaranjados ou verde-escuros e vísceras.

3º. Lugar: Ácido fólico para anemia megaloblástica
Os folatos são substâncias que participam diretamente da formação do nosso DNA – nossos genes, responsáveis por construir proteínas, como a hemoglobina e a mioglobina, essenciais para a formação dos glóbulos vermelhos e para o transporte e armazenamento do sangue. Quando não ingerimos quantidades adequadas de folatos, nossa síntese do DNA, consequentemente dos glóbulos vermelhos, é danificada.

Isso diminuirá a concentração de células sanguíneas, prejudicando o transporte de oxigênio e causando o que é chamado de anemia megaloblástica – ela não ocorre por deficiência de ferro, e sim pela dificuldade de transporte do oxigênio pelo sangue.

Alimentos fonte de ácido fólico: folhas verde-escuras, fígado, ovos e gérmen de trigo.

4º. Lugar: Vitamina B12
Esse nutriente atua juntamente com os folatos. De acordo com a nutricionista Mayumi Shima, a deficiência de vitamina B12 causa danos ao metabolismo do folato e o resultado é o que lemos anteriormente – a produção de glóbulos vermelhos e o transporte de oxigênio ficam prejudicados.

O nutrólogo Celso Cukier também alerta que a deficiência de vitamina B12 pode deixar as células sanguíneas mais inchadas, dificultando o transporte de oxigênio e causando a anemia megaloblástica.

Pelo fato de esse nutriente ser mais amplamente encontrado em vísceras, carnes, ovos, leite e derivados, a anemia megaloblástica é muito comum em veganos e vegetarianos. Nesses casos, a suplementação é necessária.

5º. Lugar: Vitamina C, uma amiga do ferro
A deficiência deste nutriente não causa diretamente uma anemia. O que a vitamina C faz é auxiliar a absorção e mobilização do ferro armazenado. Um exemplo dessa ação é quando comemos alguma fonte de ferro não heme acompanhada de alimentos ricos em vitamina C. Ao fazer isso, o ferro não heme se transforma em ferro heme, aumentando a sua absorção.

“Não ingerir quantidades adequadas de vitamina C causa danos no metabolismo do folato, além de promover hemólises (destruição dos glóbulos vermelhos) e hemorragias”, afirma a nutricionista Mayumi Shima.

Alimentos fonte de vitamina C: frutas e verduras em geral.

6º. Lugar: Alimentos amargos para absorver os nutrientes

A nutricionista Mayumi Shima explica que alimentos de gosto amargo, como jiló, agrião, chicória, almeirão e alcachofra, têm o poder de estimular a secreção de enzimas digestivas. Isso facilita a absorção do ferro, do ácido fólico e das vitaminas do complexo B, contribuindo, assim, para o não aparecimento ou combate da anemia.


7º. Lugar: Cobre e zinco
“A deficiência de cobre em nosso organismo vai interferir na formação da hemoglobina, o que pode levar a uma anemia”, conta o nutrólogo Celso Cukier.

Já o zinco, presente em farelo de aveia, feijão, leite e arroz integrais, peito de frango e carne vermelha, quando ingerido em excesso vai impedir a absorção do cobre, causando os mesmos efeitos da deficiência.

Fontes de cobre: ostras, lulas, siris, amendoim, nozes, amêndoas, sementes de girassol, passas, feijão, grãos-de-bico e lentilhas.

8º. Lugar: Evite esses excessos
Na presença da anemia ferropriva, devemos evitar o excesso de alguns nutrientes que podem prejudicar a absorção do ferro, tais como:

Cálcio: o ideal é, durante o período de anemia, evitar consumo excessivo de leite, queijo, iogurte, entre outras fontes de cálcio, na mesma refeição rica em ferro. Isso porque ingerir cerca de 300mg (a recomendação diária é de 1000mg) de cálcio acompanhado de uma fonte de ferro não heme pode diminuir a absorção deste em 50 a 60%.

Fibras, taninos e fitatos: o consumo em maior quantidade de fibras pode diminuir a absorção do ferro. Já os taninos e fitatos são compostos químicos que se combinam ao ferro, tornando-o insolúvel, impedindo sua absorção. Evite o consumo excessivo de fibras – como pães e massas integrais -, café, chá preto ou chá mate na mesma refeição rica em ferro.

Fonte: Texto e Imagens <Minha Vida>

Aprenda a Dominar a Ansiedade

Navegando no portal R7 me deparei com cinco receitas de como reduzir a ansiedade…

A primeira dica é comer uma fatia de queijo branco com uma colher (chá) de geleia diet, zero de frutas vermelhas. Os laticínios são precursores do neurotransmissor responsável por liberar serotonina, acalmando a ansiedade e melhorando o humor.

Segunda dica é assar uma banana prata pequena ou médica no micro-ondas por 50 minutos e salpicar cacau em pó. O que acontece: a banana tem vitamina do compelxo B e o chocolate tem anti-depressivo. Associando-os ajudará sintetizar a da formação de serotonina.

A terceira dica é tomar leite desnatado com cacau em pó, as vezes, com um pouco de açúcar. Se não achar cacau em pó, escolha um achocolatado sem muito açúcar.

Quarta dica é consumir frutas secas, principalmente, ameixa ajudam a enganar o organismo quando ele sente necessidade de doces. Além de possuir fibras, que ajudam a dar saciedade.

A quinta e última dica é consumir mini cookies integrais nas versões lights são ótimas opções que podem ser acompanhadas com chá, café ou capuccino zero com leite desnatado. Quatro à cinco cookies são suficientes.

Fonte: <Portal R7>

Consumo consciente de alimentos faz a diferença


Faça pelo menos três refeições e dois lanches saudáveis por dia. Não pule refeições;

Inclua diariamente seis porções do grupo de cereais. Dê preferência aos grãos integrais e aos alimentos naturais;

Coma diariamente pelo menos três porções de legumes e verduras;

Coma feijão com arroz pelo menos cinco vezes por semana. Esse prato brasileiro é uma combinação completa de proteínas e muito bom para a saúde;

Consuma diariamente três porções de leite e derivados, e uma porção de carnes, aves, peixes ou ovos;

Consuma, no máximo, uma porção por dia de óleos vegetais, azeite, manteiga ou margarina. Fique atento aos rótulos dos alimentos e escolha aqueles com menores quantidades de gorduras trans;

Evite refrigerantes e sucos industrializados, doces e outras guloseimas como regra de alimentação;

Diminua a quantidade de sal na comida. Evite consumir alimentos industrializados com muito sódio;

Beba pelo menos dois litros de água por dia.

E por fim, torne sua vida mais saudável. Pratique pelo menos 30 minutos de atividade física todos os dias e evite as bebidas alcoólicas e o fumo.

Fonte: Unimed Piracicaba – Boletim Fique Sabendo