Enxaqueca Pré e Pós TPM

Não sei se eu já havia comentado por aqui, mas eu sofro de enxaqueca “naqueles” dias, hoje é um deles… Ela chega a durar desde um dia até 1 semana lógico que com menos intensidade, mas ela perdura… Hoje pelo que percebi é o dia D, ela vai continuar doendo durante o dia inteiro, o pior é que a mardita inicia na madrugada e dura um tempão… Ai você deve se perguntar: “Por que você não toma remédio?” – Eu lhe digo, porque no início da minha dor não adianta, eu preciso esperar a dor chegar no limite, aí sim faz efeito. Bom chega de xororô, e vamos à matéria que achei na internet.

Enxaqueca e Menstruação

A menstruação é um evento que pode trazer dor de cabeça para muitas mulheres.

Em todo mundo, um grande número de mulheres em idade reprodutiva (até 90% segundo alguns autores), são acometidas mensalmente por um grupo de manifestações que se iniciam na fase final de cada ciclo menstrual, e se prolongam até os primeiros dias da menstruação. Na falta de melhor denominação, tais sintomas são até hoje, por muitos, referidos como “síndrome pré-menstrual”.

A dor de cabeça, enquanto manifestação pré menstrual, pode ocorrer em até vinte por cento de todas as mulheres, enquanto para aquelas que já sofrem de enxaqueca, até 60 por cento relatam desencadeamento ou piora das crises durante esse período.

Portanto, existe forte ligação entre crises de enxaqueca e menstruação em boa parte das mulheres.

Muitas começam a ter suas primeiras crises na adolescência, ao redor da primeira menstruação. Assim, a primeira menstruação também marca, para muitas, o inicio de período mensal de desconforto – e para algumas, de verdadeiro suplício – devido a problemas que podem acompanhá-la, entre os quais, a dor de cabeça.

As vezes, essa aparece já na primeira menstruação.

Outras vezes, ela vem um pouco mais tarde.

Quando surge, pode acompanhar-se de outros sintomas, por exemplo, dor nas mamas, irritabilidade e nervosismo, sensasão de inchaço, côlicas abdominais.

Outras apresentam quadro alternante, isto é: num mês apresentam côlicas e no outro, dor de cabeça.

Mulheres em que a dor de cabeça vem fraca, de modo que elas acabam se conformando com este pequeno mal.

Porém, outras apresentam dores muito fortes nesse período, que chegam a impedi-las de realizar qualquer atividade, obrigando-as a permanecer de cama, imôveis.

A dor de cabeça pode ter início alguns dias antes da menstruação e persistir até a chegada desta, quando então, simplesmente, desaparece.

Ou então, pode perdurar ao longo dos dias da menstruação, indo embora ao final da mesma.

Ou ainda, pode continuar por alguns dias apôs o fim da menstruação.

A dor de cabeça pode ameaçar exatamente no primeiro dia da menstruação e durar só esse dia, ou persistir por mais tempo, até o final da menstruação ou um pouco depois.

Eu ás vezes converso com as pessoas sobre dor de cabeça (sabe, aquelas conversas informais, fora do consultôrio); e várias dessas pessoas me dizem: “Eu sofro apenas daquela dor de cabeça normal, da menstruação”. Minhas caras leitoras, fiquem sabendo que dor de cabeça não é normal, nem dentro do período menstrual, nem fora desse período. Viram?

O normal seria não apresentá-las!

E vocês não precisam conviver com elas, uma vez que para isso há tratamento. Aliás, as dores de cabeça, se não tratadas, possuem a desagradável tendência de evoluir para pior, em boa porcentagem dos casos.

Fonte: <Enxaqueca.com.br>

SE VOCÊ TEM UM OU MAIS SINTOMAS, PROCURE O SEU MÉDICO, ELE E NINGUÉM MAIS PODERÁ DAR UM DIAGNÓSTICO E TE MEDICAR OU ORIENTAR!
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Nova Técnica de Cirurgia Bariátrica Promete Menos Sacrifícios…

Meu noivorado Tales me avisou sobre essa matéria da Suzana Villaverde que está no site da Veja sobre uma nova técnica de cirurgia bariátrica que consiste em manter o trânsito do estômago com o intestino, e eu resolvi colocar aqui pra servir como orientação, mesmo que essa técnica seja ainda experimental…

emagrecimento

Para as pessoas realmente obesas, as opções são duras: enfrentar a variedade de doenças quase sempre associadas a quem está várias dezenas de quilos acima do peso desejado ou cortar, literalmente, o estômago. Chamada de cirurgia bariátrica por derivação gástrica, a operação reduz o estômago a um pedaço mínimo diretamente ligado à porção média do intestino e pode ter uma série de complicações. As mais comuns são fístulas, hemorragias e embolia pulmonar, num primeiro momento; infecções, aderências intestinais e anemia, posteriormente. Em razão da multiplicidade de riscos do método tradicional, vem sendo bem recebida como opção menos arriscada uma técnica nova, a gastrectomia vertical, que tira um pedaço menor do estômago e mantém todas as suas conexões originais, sem desvios nem atalhos. “Por ser nova e ainda pouco testada, essa cirurgia por enquanto é recomendada só para obesos anêmicos, que tenham deficiência de cálcio e vitaminas, e também para os muito jovens ou muito idosos, que precisam receber todos os nutrientes”, explica Thomas Szegö, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). À medida que for passando pelo teste da prática, a técnica poderá se tornar dominante.

Na versão hoje mais comum da derivação gástrica, chamada de cirurgia de Fobi-Capella, realizada em cerca de 75% dos casos, a redução chega a alcançar 95% do estômago. A pequena parte que continua funcional – situada justamente no ponto de menor elasticidade – é ligada à porção média do intestino. Por causa desse atalho, a absorção dos nutrientes diminui drasticamente. A parte isolada do estômago continua produzindo suco gástrico, que é eliminado pelas vias normais, e não precisa ser removida. Já a gastrectomia vertical não altera o caminho seguido pelos alimentos, mas elimina a porção ociosa do estômago. Essa parte, equivalente a cerca de 80% do estômago, é cortada e retirada – o que torna a cirurgia, evidentemente, irreversível. “O que sobra é grampeado. Como o corte é feito ao longo do estômago, ele vira um tubo gástrico que segue do esôfago ao duodeno, na sua sequência normal”, diz Szegö. A cirurgia pode ser feita por laparoscopia, às vezes com um corte de 2 centímetros na altura do umbigo, contra 6 da operação tradicional. O tempo de internação diminui para dois dias e a dieta é menos restritiva – e todo mundo já ouviu histórias sobre o sofrimento, e os abusos, de obesos operados que só podem comer porções de passarinho. Ainda não reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina, mas regulamentada pela Sociedade desde julho, a nova técnica parece ser tão eficiente quanto a derivação gástrica. A cirurgia bariátrica de qualquer tipo é indicada para obesos mórbidos cujo índice de massa corpórea (IMC) esteja acima de 40 ou na faixa de 35 no caso de pessoas que sofrem de doenças associadas ao peso excessivo, como diabetes ou hipertensão.

Como acontece com frequência na medicina, a eficiência da gastrectomia vertical foi descoberta por acaso. Praticada há cerca de trinta anos como parte inicial de um procedimento mais complexo recomendado principalmente em casos extremos de obesidade, a técnica foi experimentada em 2002 pelo médico canadense Michel Gagner como primeira parte de uma cirurgia bariátrica em duas fases. Mas um grande número de pacientes perdeu cerca de 70% do excesso de peso apenas com a gastrectomia, sem necessidade de passar pela segunda etapa do procedimento. “Acreditava-se que, sem alterar a parte intestinal, a perda de peso não seria tão significativa. Hoje se sabe que sem o fundo do estômago, onde é produzida a grelina, comumente chamada de hormônio da fome, o paciente sente menos vontade de comer e fica mais saciado”, diz o cirurgião Ricardo Cohen, que faz operações bariátricas desde 1996 e participou de um estudo com obesos que tinham IMC acima de 50. Entre seus operados havia onze reis momos – hoje, todos bem mais esbeltos. Numa das poucas pesquisas comparativas realizadas até agora, Gustavo Peixoto, professor assistente do Departamento de Cirurgia da Universidade Federal do Espírito Santo, operou no ano passado 65 mulheres obesas, 32 por derivação gástrica e 33 por gastrectomia vertical. Os primeiros resultados, um ano depois, indicam que a perda de peso e o controle de doenças como diabetes e hipertensão foram iguais nos dois grupos. A gastrectomia confirmou vantagens em relação à absorção de nutrientes; a derivação gástrica se mostrou mais eficiente na diminuição do mau colesterol e dos triglicérides. “No momento, a gastrectomia é recomendada como plano B, para obesos com doenças do fígado, inflamação intestinal, pancreatite ou anemia – pacientes até então excluídos do tratamento cirúrgico e que finalmente encontraram uma alternativa”, diz Peixoto. “Mas tudo indica que a longo prazo ela vai assumir o primeiro lugar de cirurgia bariátrica.”

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Como sempre eu digo, eu não sei mais do que está escrito aqui, não adianta perguntar, se tiver mais dúvidas (sem ofensas) procura no Google!!!

Gripe Suína: Obesos correm mais riscos?

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O nome científico da Gripe Suína ou Gripe A é Influenza A (H1N1) é uma doença respiratória causada pelo vírus A. Devido a mutações no vírus e transmissão de pessoa a pessoa, principalmente por meio de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas. É necessário as seguintes precauções:

  • Evitar viajar para áreas afetadas pela gripe (se viajar utilizar máscaras cirúrgicas sempre substituindo quando necessário);
  • Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável;
  • Evitar locais com aglomeração de pessoas;
  • Evitar o contato direto com pessoas doentes;
  • Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
  • Evitar tocar olhos, nariz ou boca.
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar. (Fonte: Ministério da Saúde)

Mas quais são os riscos da gripe A para os obesos? Segundo uma matéria feita por Cristiane Segatto da Revista Época, os técnicos do Centro de Controle de Doenças (CDC), em Atlanta, nos Estados Unidos, passaram a desconfiar de outra condição (grupos de risco: asmáticos, diabéticos, grávidas e pessoas com deficiências no sistema imune) que parece aumentar o risco de complicações: a obesidade. Os técnicos se dizem surpresos com a freqüência de obesos entre os casos mais graves.

Lembrando nem todo obeso corre risco mais elevado de complicações depois de pegar a gripe suína. Mas muitos obesos – principalmente os mórbidos – têm problemas respiratórios crônicos. É aí que mora o perigo. A repórter procurou o professor Marcio Mancini, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), que explicou que a maioria dos obesos mórbidos sofrem de apnéia do sono (caracterizada por engasgos e sufocamento noturno), outro problema bastante comum nos obesos é a chamada síndrome da hipoventilação (onde o paciente precisa de oxigênio extra mesmo durante o dia), e recentemente descobriu-se também que a asma é mais prevalente entre obesos e que o tecido adiposo produz um fator que causa redução do calibre dos brônquios. Mesmo sem ter uma doença estabelecida, a ventilação do pulmão dos obesos costuma ser prejudicada. Ou seja: a quantidade de ar inspirada é menor do que a inspirada por indivíduos com peso normal.

A epidemiologista Anne Schuchat, do CDC, diz que os cientistas estão estudando a possibilidade de incluir os obesos entre as pessoas que terão prioridade para receber a vacina contra a gripe suína quando ela estiver disponível. Cinco empresas americanas estão desenvolvendo vacinas contra o vírus H1N1. Se tudo correr bem com os testes de segurança e eficácia, apenas 60 milhões de doses estarão disponíveis em setembro.

Se não bastasse nós termos que nos preocupar com o peso, agora temos também a gripe A nos perseguindo!!!

Bom por hoje é só…


Pode ou não tomar anticoncepcional depois da cirurgia?

Olá, essa semana eu passei pelo meu ginecologista para tirar algumas dúvidas que tive sobre o anticoncepcional, no grupo as meninas comentaram que os ginecos delas tinha dito que elas não poderiam tomar anticoncepcional via oral, desse modo eles receitaram injeção, o que me deixou bastante intrigada, comentei com o meu gineco e ele me explicou, que as vezes as pessoas nos primeiros dias após a cirurgia travam na hora de tomar comprimidos então eles aconselham as pacientes a se livrar pelo menos da pílula via oral, mas que o meu caso é diferente, afinal eu não me dei bem com anticoncepcional injetável (tive hemorragia que durou 3 meses), então ficaríamos com o anticoncepcional via oral mesmo (o cirurgião disse que no dia seguinte a cirurgia já poderia tomar os remédios via oral).

Perguntei também para o meu ginecologista se existia a possibilidade de eu ter uma hemorragia pela perda de peso (a minha primeira hemorragia foi por esse motivo – a quantidade de hormônios armazenados na gordura desce para o útero e causa certa instabilidade que pode ser revertida em hemorragia ou escapes), ele disse que tudo é possível, mas depois que a perda de peso se estabilizar e eu estiver com um peso razoável isso tende a se reverter em qualidade para o meu útero, fazendo com que eu reduza a quantidade de anticoncepcional que eu tomo (utilizo dose dobrada para que faça efeito), e tenha maior facilidade para engravidar (pessoas obesas tem maior dificuldade de engravidar, e quando engravidam correm mais riscos que as pessoas com peso normal).

Na hemorragia que sofri em 2004 que durou 3 meses eu fiquei bastante fraca e abusei de alimentos com ferro e outras vitaminas, como a pessoa operada não retém tantas vitaminas assim perguntei para o meu ginecologista sobre a possibilidade de uma nova hemorragia após a cirurgia bariátrica me causar deficiências de ferro (anemia) e outros problemas, ele disse que é muito difícil isso acontecer, mas caso eu venha a ter alguma hemorragia eu devo procurar ele e o cirurgião para que eles tomem as medidas necessárias.

Hoje eu fui na medicina preventiva aonde temos as reuniões e pesagens semanais, eu estava bastante preocupada com o relatório do clínico geral (médico que eu fiz regime por mais de 2 anos) e com a bendita liberação. Fui informada pela diretora do núcleo de obesidade mórbida Cristiane que ainda faltava eu passar por mais duas reuniões para completar as 16 semanas, mas que os laudos inclusive o do clínico estavam ok, fui informada também que eu poderia marcar a minha cirurgia pra penúltima semana de julho, fiquei feliz e ao mesmo tempo preocupada, afinal eu só poderei voltar pra faculdade dia 10/08 e minhas aulas começam dia 03/08, mas tudo bem se der certo é melhor faltar apenas 1 semana do que 2.

Tenho consulta com o cirurgião dia 13/07, levarei os resultados da endoscopia e dos exames de sangue (que ficarão prontos no dia 06/07). Se tudo estiver certo é possível que eu saia do consultório do Dr. Juliano já com uma data prevista da cirurgia. Aí é se preparar pra entrar pra faca bisturi e pra iniciar a dieta líquida 5 dias antes da cirurgia. (***lembrando que cada médico tem suas técnicas e procedimentos, o meu cirurgião acha melhor começarmos a dieta líquida de 5 a 3 dias antes da cirurgia, afinal além de deixar o estômago e o intestino “limpos” ajuda a perder um pouquinho de peso antes da operação o que ajuda na hora da recuperação***)